Clientes do Will Bank que utilizavam contas de pagamento para receber salários continuam sem acesso aos recursos após a liquidação da instituição. Até o momento, não há prazo definido para a liberação dos valores, que dependerá do trabalho do liquidante nomeado pelo Banco Central.
Diferente de contas correntes e aplicações como poupança e CDB, as contas de pagamento não são cobertas pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Isso significa que os clientes não têm garantia de quando o dinheiro será devolvido, apesar de o Banco Central afirmar que esses recursos devem permanecer separados do patrimônio da instituição.
Segundo dados oficiais, o Will Bank mantinha cerca de R$ 49,6 milhões em contas de pagamento pré-pagas, o que amplia o impacto para usuários que dependiam desses valores para despesas do dia a dia. O processo de liquidação é conduzido por Eduardo Félix Bianchini, o mesmo responsável pelo Banco Master.
O Banco Central orienta que os clientes acompanhem apenas os comunicados oficiais do liquidante, onde serão divulgadas informações sobre prazos, procedimentos e canais de atendimento.

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