Medicamentos vendidos no Brasil podem ficar até 3,81% mais caros a partir desta terça-feira (31), conforme resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). As informações são da Agência Brasil.
O reajuste terá três faixas, de acordo com a concorrência: até 3,81% para remédios com maior disputa, 2,47% para média concorrência e 1,13% para baixa ou nenhuma. Alguns produtos, como fitoterápicos, homeopáticos e certos medicamentos sem prescrição, seguem regras próprias.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que o reajuste médio autorizado será de até 2,47%, o menor em 20 anos e abaixo da inflação de 3,81% acumulada em 12 meses. Segundo o órgão, a queda do índice desde 2023 reflete medidas de controle inflacionário.
A Anvisa ressalta que o aumento não é automático: fabricantes e farmácias podem aplicar índices menores ou manter os preços, conforme o mercado.
O reajuste ocorre uma vez por ano, com base no IPCA e no ganho de produtividade da indústria. A Cmed, ligada a ministérios como Saúde, Casa Civil, Justiça, Fazenda e Desenvolvimento, define as regras, com apoio técnico da Anvisa.

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