O júri popular de Elisângela Almeida de Oliveira, acusada de matar uma mulher e as duas filhas dela envenenadas, foi adiado nesta quarta-feira (7), no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador. O crime aconteceu na cidade de Maragogipe, Recôncavo da Bahia, em 2018.
Adriane Ribeiro Santos, de 23 anos, e as filhas dela Greicy Santos da Conceição, de 5 anos, e Ruth Santos da Conceição, de 2 anos, morreram em um intervalo de 15 dias. O cachorro delas também morreu.
O único sobrevivente do crime foi o marido de Adriane e pai das crianças, Jeferson Brandão. Na época, ele foi ouvido pela polícia, que constatou que ele não participou do crime.
O júri foi adiado após a defesa da acusada relatar que ela vai precisar passar por uma cirurgia. O julgamento deverá acontecer apenas em dezembro deste ano.
Durante as investigações, um líquido e um chocolate encontrados na casa das vítimas foram analisados, e os laudos detectaram a presença do inseticida agrícola nas amostras. *Ler mais no g1Ler mais no g1.

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